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Mértola, cidade-museuTestemunhos da época romana, visigótica e islâmica. Mértola oferece 5 pequenos museus para revelar o seu passado.Situada no Baixo Alentejo, distrito de Beja, e atravessada de norte a sul pelo rio Guadiana, Mértola é um museu ao ar livre com vários núcleos de interesse histórico. Povoação antiga, Mértola foi porto fluvial do tráfego mediterrânico. Primeiro foram os comerciantes fenícios que escolheram o Guadiana como caminho, depois os Cartagineses. Os Romanos (que lhe chamaram Myrtilis) embelezaram-na e os Árabes (chamaram-lhe Mertolah) fortificaram-na. D.Sancho II conquistou a povoação em 1238. Durante as ocupações romanas e árabes, o Guadiana era uma importante rota comercial e Mértola um local de destaque. No Posto de Turismo oferecem um folheto com vários percursos pedestres. Museu Municipal de Mértola - Núcleo Visigótico (Basílica Paleocristã) O «Núcleo visigótico» foi instalado no espaço de uma Basílica Paleocristã para dar a conhecer o período da primeira cristianização do Sul de Portugal. O núcleo expõe estruturas arquitectónicas e cerca de 30 lápides oriundas do cemitério alto-medieval de Mértola. As escavações arqueológicas iniciadas em
finais da década de setenta e as informações recolhidas no
início do século pelo arqueólogo
Edifícios de grande monumentalidade permitem que qualquer visitante identifique a presença dos romanos na então Mirtilis e na Mina de S. Domingos. Apesar da concentração de vestígios na Vila de Mértola (Criptopórtico, Torre Couraça, casa romana e vias romanas), podem também encontrar-se vestígios de menor dimensão em todo o Concelho. Com a adopção do Cristianismo pelos romanos, os cidadãos de Mértola acompanharam os sinais de mudança, facto testemunhado pelos vestígios arqueológicos representativos de locais de culto e enterramento na cidade (basílicas Paleocristãs do Rossio do Carmo e da Alcáçova onde se observa um baptistério octogonal). Links |
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